Universidade divulgou os resultados preliminares de seu estudo conduzido com aparelhos Apple Watch de terceira geração.

Ao todo, 419 mil voluntários participaram do experimento, utilizando-se do relógio diariamente para avaliar seus batimentos cardíacos.

 

Diferentemente dos Watches de quarta geração, os aparelhos usados no estudo não são capazes de fazer um eletrocardiograma simplificado. A principal preocupação dos médicos consultados era de que houvesse um excesso de falsos positivos. Estes aparelhos, por mais sofisticados que sejam, não têm a precisão daqueles utilizados em consultórios e hospitais. Muitos médicos temem que os sensores com os quais andamos gerem mais alarmes do que informação de fato relevante.

 

O estudo ainda não foi publicado e não passou pelo processo de peer review. Mas os resultados deixaram os membros do American College of Cardiology otimista. Apenas 0,5% dos participantes receberam alertas de que seus batimentos estavam irregulares. Destes, um em cada cinco procurou um médico como recomendado — 450 pessoas. Fibrilação atrial foi confirmada para 153 deles, ou 34%. Acertou em um de cada três. Com os relógios mais recentes os resultados tendem a ser melhores.

 

Este primeiro estudo não encerra o debate a respeito de quão confiáveis são, para primeiro diagnóstico, os smartwatches. O próximo passo é um teste com grupo de controle.

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